A Epidemia de DCNT – como proteger e recuperar a saúde

Dra Nazira Scaffiinstituto Aleema - Nazira Scaffi-2-min

Introdução: conhecendo a epidemia de DCNT

Neste post vamos falar de um importante tema de saúde, que vem impactando a vida das pessoas, sua economia e ameaçando o futuro de nossa sociedade. Trata-se da epidemia de DCNT. Sinto dizer, saiba problema ameaça você também.

Nosso objetivo é levar você a conhecer as DCNT, compreender suas causas, como a doença acomete seu organismo e o que você pode fazer para se livrar desse perigo.

Em outras palavras, queremos auxiliar você a proteger sua saúde, melhorar sua qualidade de vida e até seu equilíbrio econômico.

O que é a epidemia de DCNT?

DCNT é a abreviação de Doença Crônicas Não Transmissíveis.

À modo de esclarecimento, “Crônicas” indica que são doenças de longa duração, podendo comprometer a saúde por longo tempo, deixar sequelas, gerar incapacidades e até levar à morte.

“Não Transmissíveis” significa que, ao contrário das doenças infecciosas como a tuberculose – que também é uma doença crônica, as DNCT não passam de pessoa para pessoa, mas decorrem dos hábitos e estilo de vida pessoais.

Segundo a Organização Mundial de Saúde – OMS, entre as DCNT estão o diabetes, as doenças cardíacas, o derrame e o câncer, que eram doenças raras e só acometiam as pessoas muito idosas. Hoje, um número surpreendente de pessoas tem diabetes, problemas do coração, câncer, depressão e outras doenças. E essas doenças representam hoje a maior causa de morte em todos os países.

Ainda, dentro das DCNT, podemos incluir as doenças auto-imunes, intolerâncias, problemas de coluna e articulações, depressão, fibromialgia, que não matam tanto, mas que comprometem profundamente a vida das pessoas afetadas.

E suas taxas crescem aceleradamente e quase todas as famílias têm um ou dois casos dessas graves doenças.

É por isso, portanto, que dizemos que esse adoecimento se trata da epidemia de DCNT. Alguns a chamam de pandemia, porque todos os países estão com o mesmo problema de saúde.

Quem é afetado pela epidemia de DCNT?

A OMS notificou que houve um aumento de 10 anos na expectativa de vida em todos os países e todos ficamos alegres com a possibilidade de viver mais.

No entanto, essa boa notícia do aumento da longevidade já não fala da realidade da última década:as análises epidemiológicas vem mostrando que as pessoas estão vivendo mais anos com incapacidade funcional e dependência devido as DCNT.

Dos 10 anos de ganho na expectativa de vida, estamos vivendo 15 anos com doenças limitantes da qualidade de vida.

Além do crescente número de casos, o que chama a atenção é que a epidemia de DCNT também vem atingindo pessoas jovens e em idades cada vez mais precoces. De fato, e o que é assustador é que as DCNT afetam hoje crianças, adolescentes e adultos jovens.

Quem tem mais idade já deve ter reparado no grande aumento de caos de câncer e diabetes em crianças e de infarto e AVC em adultos jovens. Esse adoecimento em crianças e jovens é assustador. De fato, porque compromete seu futuro com doenças, tratamentos médicos intermináveis, incapacidades e dificuldade de adquirir autossustentabilidade e autonomia em sua vida.

Doença na família é muito desgastante

E ter alguém com alguma doença de longa duração na família é muito desgastante. Quem vive essa situação sabe! Porque essas doenças exigem longo tempo de tratamento e geram incapacidades, preocupação com os cuidados da pessoa doente, exigem cuidadores e pessoas da família que deixam de trabalhar para atuarem como cuidadores.

O sistema de saúde não dá conta de assistir a todos do modo adequado e resolutivo, portanto e o peso recai sobre os familiares. As preocupações, o pesar pelo sofrimento de um parente, e necessidade do cuidado, o desgaste emocional e os gastos com as DCNT afetam toda a estrutura familiar.

Além do impacto familiar, como muitas vidas estão sendo ceifadas pelas doenças evitáveis em sua fase produtiva, o impacto social é muito grande, porque leva ao empobrecimento de famílias e países.

Epidemia de DCNT – podemos escapar?

A verdade é que este problema está perto de cada um de nós do que podemos imaginar. É possível perceber, olhando ao nosso redor, que estamos mesmo mais doentes que antigamente e em idades cada vez mais precoces.

Amigos, colegas de trabalho adoecendo e morrendo nos avisam esse problema pode nos afetar pessoalmente, embora nosso inconsciente evite enxergar o quanto estamos envolvidos nisso.

Você percebeu que nos encontros com amigos só de fala de tratamentos médicos, de obesidade, de dietas? E quantos amigos temos que estão com algum caso de doença na família?

Os meios de comunicação anunciando campanhas de prevenção, indicando para procurar um médico, divulgando novos remédios.

Acredito que você deve já deve ter visto quanto no Facebook e Instagram abundam estratégias para emagrecer, tratamentos milagrosos, grupos falando de doenças, modelos de dietas, ervas ou frutos que combatem o câncer e o diabetes…

Isso tudo está tão comum que esquecemos que não é normal.

Hoje em dia temos o saneamento, temos as vacinas, os antibióticos, o cinto de segurança… Isso tudo deveria significar uma vida livre das doenças que matavam mais antes do desenvolvimento. Se nascemos, crescemos e reproduzimos temos um direito inato a saúde.

Mas não é o que está acontecendo. Estamos no meio da Epidemia de DCNT e se não aprendermos como evitar tais doenças, certamente também nos tornaremos vítimas dela.

Evolução do adoecimento por DCNT

A evolução do adoecimento, mesmo antes de ser diagnosticado com uma doença já instalada como diabetes, doença cardíaca, câncer ou depressão, passa por várias fases que evidenciam sinais de alterações no metabolismo, nas emoções e no funcionamento da mente. Essas alterações vão reduzindo a sensação de bem estar e prejudicando a capacidade de trabalho e de relações sociais.

Os primeiros sinais de adoecimento incluem tanto as alterações metabólicas como aumento de peso, gordura abdominal, colesterol, glicose elevados, hipertensão, dores, enxaqueca, refluxo, crises de ansiedade e até a síndrome de ovários policísticos.

Nessa fase, além de ter que procurar médicos, dedicando um tempo e recursos financeiros nesse trajeto, passa a gastar com medicamentos e outros tratamentos.

De médico em médico…

Se você tem algumas dessas alterações, ao procurar médicos vai cair na sentença de ter que tomar certos medicamentos par ao resto da vida.

Em seguida, se nada for feito em termos de mudança de hábitos e estilo de vida, novos sinais e sintomas aparecem nos sistemas corporais: mental, endócrino, imunológico, osteo-muscular, digestivo, intestinal… o que o faz procurar diferentes especialistas.

Nesse percurso, a capacidade para o trabalho, a produtividade, o equilíbrio emocional e a capacidade mental ficam reduzidos pelo sofrimento que o corpo já está passando.

A consequência disso é que, além dos efeitos adversos dos diversos medicamentos dados por cada especialista, medicamentos geralmente tidos como para o resto da vida, a doença crônica vai sendo insidiosamente construída no organismo, porque os medicamentos tentam controlar, mas não curam esses tipos de sinais. Ao longo desse processo, fica refém do medo de adoecer. Até que surge o infarto ou o AVC ou o câncer.

E com isso vem a perda da autonomia e a dependência de outras pessoas, que como resultado contribui para o empobrecimento e aumenta a o sofrimento e a desigualdade social.

Pergunta que não quer calar é: Pode a medicina resolver a epidemia de DCNT?

O que, ainda, poucos se deram conta é que, apesar de todo desenvolvimento tecnológico, a epidemia de DCNT não pode ser enfrentada só pela medicina convencional, nem por ações governamentais visando a redução do número de doentes.

A realidade vem demonstrando que, não obstante os conhecimentos e práticas médicos, todo arsenal medicamentoso e as tecnologias cirúrgicas e de assistência às sequelas, não existe um tratamento efetivo para as doenças incluídas na epidemia de DCNT.

É possível afirmar isso porque podemos verificar que todo o aparato medicamentoso e tecnológico serve, quando se tem acesso, para fazer o tratamento do câncer, uma cirurgia recanalizadora no evento de um infarto, ou tratar as sequelas graves e onerosas. Isso decorre do avanço da medicina.

No entanto, as DCNT, além de exigirem tratamentos de alto custo, geram sobrecarga dos sistemas de saúde. Isso repercute em mais gastos diretos e indiretos das famílias, comprometimento sua renda.

O adoecimento gradual gera também redução da produtividade, ausências no trabalho para cuidar de si ou dos familiares; estresse nas relações com colegas. Tudo isso resulta numa verdadeira catástrofe emocional e econômica.

O plano de saúde pode auxiliar, mas…

Quem tem um plano de saúde vai procurar diagnóstico e assistência em todos os níveis. Mas com a sobrecarga desse tipo de adoecimento, aumento do número de doentes, de consultas, procedimentos e cirurgias caros, da necessidade de equipamentos e equipe multidisciplinar para tratamento das sequelas, está ficando difícil de fechar a conta.

Quem tem dinheiro e pode pagar tratamentos de alto custo e assistência de enfermagem, fisioterapia, equipamentos de apoio às sequelas, o faz. Mas ao longo do tempo o dinheiro vai acabando e a fonte, que é a o trabalho e a disposição para ele vão enfraquecendo.

Por outro lado, quem não tem tantos recursos, fica à própria sorte ou dependendo do sistema público de saúde, enquanto este ainda prestar este tipo de assistência.

Para você não cair nessa situação, pois apresento informações bem úteis..

O estilo de vida moderno é o responsável pela epidemia de DCNT

As DCNT são doenças causadas pelo estilo de vida. Estilo de vida diz respeito ao nosso modo de viver, a nossa alimentação, atividade física no dia a dia, aos produtos que costumamos consumir, ao lazer. Hoje em dia a vida moderna tende a nos submeter a uma alimentação inadequada,à sobrecarga mental, a muitos químicos, via produtos de higiene pessoal e doméstica, a plásticos e a ondas eletromagnéticas.

De fato, o desenvolvimento aparentemente trouxe muitas facilidades para a nossa vida:

  • Alimentos processados, prontos para consumir e entregáveis em casa, reduzindo a necessidade de comprar alimentos in natura, preparar e até de comer em família. Cada um pode comer na hora que quiser.
  • Sucos e guloseimas com sabores, aromas e cores incríveis.
  • Embalagens utensílios de cozinha e até os brinquedos para as crianças feitos de plásticos, coloridos e flexíveis, enchem a nossa casa.
  • Cosméticos e produtos de cuidado pessoal maravilhosos.
  • O bom e velho sabão e o vinagre foram substituídos por produtos cheirosos que prometem tirar toda a sujeira com menos trabalho.
  • A limpeza doméstica ficou mais fácil com muitos produtos que evitam a sujeira e limpam tudo e desinfetam com apenas uma passada.

Entretanto, o desenvolvimento das indústrias de alimentos e química foi tão rápido que não houve tempo para avaliar que impactos causariam na saúde populacional. E a princípio parece muito difícil conseguir sair desse mar de novas substâncias e plásticos.

E por incrível que pareça, não é só aquela toxicidade direta que afeta a saúde, mas elas também estão relacionadas ao aumento da obesidade e à poluição de nosso ambiente.

É por isso que vemos famílias inteiras com dificuldade para emagrecer.

Muitas pessoas não sabem o que fazer para equilibrar seu organismo.A Obesidade é o principal sinal da epidemia de DCNT.

Portanto, o que parecia inofensivo e facilitador da vida tornou-se a causa de um adoecimento sem precedentes e inesperado.

Em seguida esclarecerei os fatores causadores dessa epidemia de DCNT.

Conheça as causas das DCNT

A epidemia de DCNT chegou a esse ponto alarmante devido a 3 fatores agressores principais:

O primeiro fator agressor é a dieta moderna.

Os alimentos oferecidos no mercado ficaram sobrecarregados de carboidratos refinados e açúcares. Esses alimentos são altamente viciantes e nos induzem a comer mais. Eles adoecem porque aumentam os níveis de glicose no sangue e a produção do hormônio Insulina.

Ou seja, a sobrecarga de glicose extraída desses alimentos gera um estado inflamatório em todo o organismo. Além disso provoca o aumento de insulina. Esta altera o funcionamento de todo nosso sistema endócrino (tireoide, ovários, testículo e suprarrenal) e a produção dos hormônios corporais.

O segundo fator agressor são os aditivos alimentares.

Os aditivos químicos aumentaram a atratividade por produtos prontos para comer. por isso, eles permitem enviar os alimentos para todos os cantos do mundo, aumentam conservação na prateleiras por muito tempo e, inclusive os tornam mais baratos.

de fato fica difícil resistir a alimentos atraentes e mais baratos. E por isso a motivação de trocar alimentos tradicionais e naturais por eles. Porque alimentos prontos oferecem mais praticidade na correria da vida. Mas seus efeitos nocivos agridem o organismo, geram intoxicações, diferentes tipos de alergias, alteram a microbiota (as bactérias corporais) entre outras alterações. E tudo isso leva ao adoecimento crônico.

E o terceiro fator agressor vem dos químicos com que temos contato todos os dias.

Por mais que os produtos que usamos em casa e no cuidado pessoal pareçam inofensivos, sua composição está recheada de substância químicas. É por isso que o Greenpeace demonstrou que a poluição dentro de casa é maior que fora de casa. Muitas dessas substâncias têm efeitos tóxicos sobre o organismo. Alguns agem como interferentes hormonais afetando todo o sistema glandular ou têm efeitos adversos causando c desconfortos físicos, lesões nos órgãos corporais e até câncer.

O fatores acima citados isoladamente e em conjunto, na verdade estimulam uma reação de defesa que tenta para preservar a vida, mas acaba gerando doenças

Porque essa reação de defesa ativada pela exposição constante aos fatores agressores que, paradoxalmente, desencadeia o surgimento dos sinais e sintomas do adoecimento crônico. Entre esses sinais estão: aumento de peso, colesterol elevado, pressão alta e cansaço e indisposição, manchas no corpo, queda de cabelo, entre muitos outros.

Sim! O aumento de peso, sinal mais cotado na geração da Epidemia de DCNT, não é culpa sua, é um sinal de adoecimento.

Portanto, se não aprendermos como mudar o estilo de vida vamos cair na mesma situação de tantas pessoas que vemos ao nosso redor. Estamos sujeitos ao infarto, diabetes, câncer, fibromialgia e até à depressão.

Concluindo, podemos perceber com vida moderna, com suas facilidades está levando ao adoecimento e é a responsável pela epidemia de DCNT. A saída é aprender como mudar seu estilo de vida.

Como evitar as DCNT?

A boa notícia é que a epidemia de DCNT diz respeito a doenças evitáveis e reversíveis!

Porque essas doenças dependem dos hábitos e do estilo de vida de cada um de nós, e do conhecimento que temos sobre o problema é preciso que cada um de nós faça um movimento na direção da prevenção e dos restabelecimento do perfeito funcionamento do organismo.

Se as alterações iniciais forem tratadas, por meio da mudança de estilo de vida, em sua fase inicial, é possível recuperar a plena saúde.

Enfaticamente afirmo que se você assumir entrar nesse processo prevenção e de promoção da saúde, poderá proteger a si mesmo e a sua família, evitando adoecer ou recuperando-se quando já está afetado.

Essas doenças, de fato, dependem dos hábitos e do estilo de vida de cada um de nós. Isso faz com que a responsabilidade da prevenção e dos cuidados para evita-las, assim como recuperar o organismo em suas fases inicias seja de cada um de nós.

Mas para ter responsabilidade precisamos ter conhecimento, não é mesmo?

Diabetes, Câncer e AVC e Infarto são consideradas doenças evitáveis pela OMS.

Conhecimento é indispensável para transformar

Se você é uma das pessoas que quer aprender a se proteger ou barrar a evolução de alguma doença crônica, saiba que é preciso adquirir conhecimentos.

Você precisa conhecer a natureza dessas doenças, suas causas, como comprometem o organismo, aprender como evitá-las e como recuperar o perfeito funcionamento de seu organismo.

Estamos falando, portanto, de um processo educativo e de treinamento para um estilo de vida mais saudável que tem alguns atributos que garantem a sua eficácia:

  • Ser feito em grupos, porque é em sociedade que adquirimos nosso hábitos.
  • Estrutura de acompanhamento para orientar e apoiar você nas mudanças necessárias.
  • Deve caminhar ao sue lado no início do aprendizado.
  • Metodologia adequada para desenvolve sua autonomia e liberdade.
  • Disponibiliza conhecimentos que lhe empoderam para escolhas conscientes e assertivas.
  • Deve capacitar você para influenciar pessoas e contribuir para a redução do adoecimento na sociedade.

Nosso objetivo é, além de alertar para o problema, oferecer a saída para que você e sua família não estejam incluídos no grupo de pessoas que são afetadas pela epidemia de DCNT.

Acredite! Seu exemplo de melhora da aparência, da disposição e da saúde, que de fato acontecerão, influenciará muitas pessoas.

Além do que você aprendeu aqui, se você quiser obter esclarecimentos que o auxiliarão a se proteger e a à sua família, tomando assim, as rédeas do cuidado de sua saúde e de sua vida em suas mãos, podemos lhe auxiliar.

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Acreditamos que você vai gostar conhecer o caminho e as formas de se defender, protegendo-se da epidemia de DCNT e até melhorando sua saúde e sua qualidade de vida.

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