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Notícias – Ciência e saúde

Especialista revela como tratar os ovários policísticos sem anticoncepcionais

As mulheres precisam saber que o tratamento dos ovários policísticos e dos seus sinais e sintomas – irregularidade menstrual, acne, aumento de pelos no rosto e no corpo e acúmulo de gordura corporal – vai muito além de tomar pílulas anticoncepcionais. – Dra Nazira Scaffi – Dra. Nazira Scaffi.

Por Redação

04/02/2020 11h47  Atualizado há uma hora

A síndrome de Ovários Policísticos (SOP) atinge até 18% das mulheres em idade fértil. No Brasil, são registrados cerca de 2 milhões de novos casos por ano.

Além de causar diversos problemas no funcionamento hormonal da mulher, a Síndrome do Ovários policísticos está relacionada com alterações metabólicas que predispõem ao diabetes, problemas cardiovasculares e câncer. 

É preciso conhecer melhor a SOP, levar a sério as alterações metabólicas que produz e aprender como efetivamente corrigi-la eliminando as suas principais causas.  Usar medicamentos anticoncepcionais, sem aprender a corrigir os hábitos alimentares e de atividade física apenas adia e agrava o estado de saúde geral.

A medicação diminui a expressão das alterações hormonais; esconde os sintomas ligados ao aumento dos hormônios masculinos, adiando, portanto a atenção às demais alterações metabólicas também presentes naquelas mulheres com ovários policísticos. 

Existe uma solução bem mais simples e eficaz até demais para tratar a síndrome dos ovários policísticos e prevenir as doenças a ela relacionadas que vai além do uso de anticoncepcionais. 

Essa solução, além de mudaria a vida de diversas mulheres que sofrem com os sintomas, como acne, acúmulo de gorduras e excesso de pelos no corpo, queda de cabelo, vai proporcionar também uma melhora na sua saúde física e emocional e em sua qualidade de vida.

Infelizmente, é muito pouco veiculado que existem tratamentos mais simples e amplos, sem depender de anticoncepcionais.

Você não precisa sofrer tanto assim com a sua autoestima; todo ser humano tem o direito de saber a melhor forma de se cuidar, mas, poucas pessoas têm acesso a essas informações.

Veja essa matéria até o final, e entenda sobre a causa da síndrome dos ovários policísticos e como você pode se livrar dos sintomas sem tomar nenhum tipo de remédio.

Excesso de carboidratos eleva a insulina. Você já deve saber, mas ter excesso de insulina é também um perigo para o corpo.

Quanto mais insulina seu corpo produz, mais as células do seu corpo tendem a se proteger desse excesso, assim cria-se a resistência insulínica. 

A insulina elevada induz alterações na regulação do funcionamento ovariano, o que leva a formação de pequenos cistos.

Estes microcistos alteram a produção dos hormônios femininos e passam a produzir também hormônios masculinos, o que causa as irregularidades menstruais, acne, aumento de pelos e queda de cabelo.

O tratamento médico convencional dos ovários policísticos é direcionado para os seguintes sinais e sintomas:

  • Irregularidades menstruais;
  • Infertilidade;
  • Acne e excesso de pelos;
  • Cólicas e TPM.

 

Utilizam-se anticoncepcionais orais em quase todos os casos, quanto mais utilizado, maiores os riscos de não lidar com o problema como um todo.

Imagine, como seria ter que viver visitando dermatologistas para tratar acne ou gastar uma fortuna com depilações por causa do aparecimento exagerado de pelos no corpo?

O que poucas mulheres sabem é que é possível tratar a síndrome dos ovários policísticos sem o uso de nenhum medicamento.

Parece inacreditável, mas é verdade. 

Você pode estar se perguntando então, o porquê dos médicos sempre passarem anticoncepcionais ou qualquer outro tipo de medicamento…

A resposta pode ser:

  1. Os médicos conhecem apenas as estratégias da indústria farmacêutica e desconhecem as soluções naturais;

  2. Alguns médicos nem sequer sabem, sobre os tratamentos naturais e eficientes;

  3. Alguns médicos não estão preparados para orientar outros tipos de tratamento.

Por que o anticoncepcional não é a solução?

Imagine que seu sistema reprodutivo é um jardim, nesse jardim nasceram algumas ervas daninhas.

Essas ervas não param de crescer e lhe causar problemas, portanto você resolve comprar uma enxada (que seria os anticoncepcionais).

Você usa a enxada e consegue cortar as ervas sem problemas… mas, elas continuam crescendo e você precisa continuar cortando (ou seja, você tem que estar sempre tomando as pílulas).

Dessa forma, você está tratando apenas os sintomas da síndrome, sem entender de onde realmente vem todo o problema, ou seja, a raiz de toda a situação.

Os anticoncepcionais são hormônios. E embora que embora a ciência tente reproduzir a forma natural do corpo produzir hormônios, não consegue. Embora tenha proporcionado um controle da gravidez, os estudo científicos demonstram que o uso de anticoncepcionais está relacionado ao aumento das doenças crônicas como:

  • Propensão ao câncer de mama;
  • Infarto miocárdio;
  • Acidente vascular cerebral (AVC);
  • Trombose;

 

Tenho certeza que você não colocaria dentro do seu organismo uma pílula recheada de riscos como esses, se conhecesse outra alternativa.

Sei que você deve conhecer mulheres que tomam e sempre tomaram anticoncepcionais e ainda não tiveram problemas, mas, elas correm o mesmo risco e uma hora a conta chega…

 

Você não precisa se preocupar, existe uma maneira de tratar a síndrome dos ovários policísticos sem o uso dessas bombas de hormônios, mas antes, entenda melhor sobre os riscos…

 

Uma pesquisa feita com 1,8 milhões de mulheres, provou que o anticoncepcional oferece cerca de 20% de chances de obter câncer de mama.

Fonte: uol.com.br/vivabem

O estudo, que foi publicado no The New England Journal of Medicine, acompanhou mulheres dinamarquesas por mais de uma década e revelou que quanto mais tempo os produtos forem usados, maior o risco.

Os resultados provaram que o uso contínuo de anticoncepcionais, em menos de um ano, sob a fórmula de pílula, implante, adesivo, DIU ou anel vaginal, elevou em 9% o risco.

Com 10 anos de uso, o risco subiu para 38%.

 

Além do risco de adquirir câncer de mama, também existem os seguintes riscos:

Uma forma simples e natural de tratar os ovários policísticos

Nesta terça-feira (04) o G1 Entrevista, tem como tema o tratamento da síndrome dos ovários policísticos a partir de uma simples mudança nos hábitos alimentares, sem a necessidade de uso dos anticoncepcionais. 

Para conversar sobre o assunto, foi convidada a médica homeopata fundadora do instituto Aleema no Campo Grande – MS, Nazira Scaffi. 

A entrevista foi conduzida pela repórter do portal da Globo, Luíza Miranda, em Campo Grande.

 

Dra. Nazira Scaffi, como você descobriu que era possível tratar o ovário policístico através da alimentação?

Em 1999, convidada a palestrar no Congresso Brasileiro de Ginecologia, para falar sobre homeopatia e ovários policísticos, ouvi uma nova abordagem de tratamento para a SOP que revolucionou a minha carreira e o tratamento de minhas pacientes.

Meu colega de mesa expôs um, então, novo tratamento para ovários policísticos: o uso de medicamento para controlar o diabetes. Esse tratamento foi justificado pelos estudos que evidenciavam que melhorando a ação da insulina e reduzindo, portanto, reduzindo a glicose sanguínea, verificavam melhora no funcionamento ovariano. A insulina elevada altera o funcionamento dos ovários. 

Eu vinha observando que, sob os tratamentos naturais que indicava em meu hospital naturalista, mulheres que tentavam engravidar há mais de 10 anos, conseguiam após um mês de tratamento. 

Cheguei a pensar que era por causa dos banhos, aplicação de argila e tratamentos naturais que aconteciam no hospital. Mas, quando vi meu colega de mesa palestrar liguei os pontos e pensei “então… não eram os banhos ou terapia com argila, talvez, fosse a dieta”.

A partir dessa nova informação, fiquei muito intrigada e passei a pesquisa a ligação da insulina com os ovários policísticos.  

Ele explicou na época, que o aumento de insulina ocupava o receptor ovariano e não deixava o hormônio agir sobre ele, fazendo com que não houvesse ovulação.

 

É como se o receptor ovariano fosse um copo que precisa ser ocupado pelos hormônios que estimulam o funcionamento dos ovários, mas, a insulina, age como uma tampa que impede essa ação.

Esse impedimento causado pela insulina em vez de produzir o desenvolvimento do folículo que leva à ovulação, faz com que os ovários produzam microcistos. E nesse caso, em vez de produzir hormônios femininos, o ovário passa a produzir hormônios masculinos. 

Então, além de impedir a ovulação e a capacidade de engravidar, o aumento de insulina produz diversos sinais e alterações no funcionamento normal do organismo feminino como:

  • Aumento de pelos corporais, inclusive com crescimento no rosto e no peito;

  • Ausência de menstruação ou menstruação irregular;

  • Pele oleosa e aumento da acne;

  • Queda de cabelo semelhante à calvície dos homens;

  • Mudança na voz, ficando mais grave;

  • Diminuição da mama;

  • Aumento do clitóris;

  • Alterações da ovulação, o que pode resultar em infertilidade.

  • E se engravidar, aumenta os abortos espontâneos;

Como ginecologista, passei a tratar minhas pacientes, com a mudança de dieta. E as observações dessa abordagem me trouxe novas indagações e descobertas: 

Uma delas tinha, além dos sinais de alteração hormonal, uma certa calosidade nos pés, que em dois meses de dieta desapareceu completamente.

Outra tinha gastrite, realizamos o tratamento e a gastrite sumiu, isso me deixou bastante curiosa e passei a pesquisar mais sobre o assunto.

Outra tinha depressão e melhorou. Em outra a hipertensão melhorou. 

 

Nessa época, a internet começou a funcionar e passei a ter mais acesso a diversos artigos científicos o que possibilitou fazer uma pesquisa aprofundada sobre as relações da insulina com as mais diferentes doenças.

Com as informações que fui coletando, passei a explicar aos pacientes os mecanismos de adoecimento. Ao longo do tempo conforme a educação para a saúde ficava mais eficiente, observei que os pacientes passavam a aderir mais facilmente ao tratamento proposto, que era a mudança no estilo de alimentação.

 

Acredito que o conhecimento é o principal alimento nesse mundo, por isso educo as pessoas, como também ensino o próprio paciente a cortar o mal pela raiz ao invés de me prender somente aos sintomas que sempre voltam.

Por esse motivo, comecei a desenvolver um processo educativo, e acompanhando as pessoas mês a mês, conseguimos lidar com as dificuldades de fazer uma alimentação mais saudável e com a resistência de cortar os carboidratos e açúcares, possibilitando, assim a organização pessoal para a alimentação.

 

E como alguém que está lendo esta entrevista pode ter acesso aos seus conteúdos educativos?

Bom, tenho uma lista de e-mails, onde procuro estimular as pessoas para conhecer o assunto refletir sobre como está seu estado de saúde em um processo de 15 passos. Esses 15 passos que estimulam uma autoanálise. Espero, com isso, esclarecer a causa do adoecimento, que é possível resolver os problemas do transtorno dos ovários policísticos e outros problemas relacionados aos distúrbios metabólicos que o acompanham.

Durante esses 15 dias, envio os conhecimentos que desenvolvi, material que não se encontra em qualquer lugar. Afinal, são fruto dos meus estudos e 35 anos de experiência. 

Ofereço esses conhecimentos para, em 15 dias, despertar a consciência que é possível fazer uma verdadeira renovação na saúde.

 

Ao contrário do que muitos ensinam, costumo mostrar para as pessoas que me acompanham como tratar a raiz de seus problemas.

Ao invés de tomar remédios e fazer tratamento caros, e com certos riscos, para eliminar os sintomas de uma doença, mostro quais problemas da sua rotina que podem causar aquela doença e como você pode solucioná-los.

 

Utilizo um sistema de acompanhamento que, como pegando a pessoa pela mão, a conduz para que ela não cometa erros que arriscam sua saúde. 

Ensino como cuidar da saúde, como prevenir e como restabelecer- se de doenças que afetam sua qualidade de vida e alegria de viver.

 

Essa lista é exclusiva para pessoas que já me acompanham, pois, lá, falo diretamente do meu processo de trabalho…

Mas, se você, ao ler essa entrevista, se interessar em conhecer todo o processo de tratamento e educação para e melhora de sua saúde, posso liberar a entrada, pois, afinal, ela já informa as pessoas o suficiente em relação a todo o meu processo.

Recomendo que aproveitem bem esse conteúdo, pois mostro coisas que costumo ensinar apenas em meu consultório e para os membros do Instituto Aleema.

Saiba mais sobre a Dra. Nazira Scaffi

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Fundadora do Instituto Aleema – saber para viver -atua em clínica particular nas áreas Ginecologia, Homeopatia, Medicina Integral, Ortomolecular e Medicina natural.

  • Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS -1985) 
  • Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela AMB – RQE 1135 
  • Especialista em Homeopatia pela AMB – RQE 2098 
  • Terapeuta Sexual pelo Centro de Sexologia de Brasília _CESEX (1996) 
  • Educadora em Sexualidade pelo CESEX (1997) 
  • Formação em Gestalterapia pelo Instituto de Gestalt de Campo Grande (1998) 
  • Psicodramatista Socioeducacional pela FEBRAP (1999) 
  • Mestre em Saúde Coletiva pela UFMS (2003) 
  • Fundadora e diretora do Hospital Naturalista – Lotus Centro de Saúde Natural – em Campo Grande (1990 – 1995)
  • Diretora da ONG Interativa- Projetos e Intervenção (1998-2013) 
  • Consultora da UNESCO para Saúde Indígena -FUNASA (2003-2006) 
  • Fundadora e diretora do Instituto Aleema – Saber para viver desde 2013 
  • Casada, mãe de 4 filhos, e avó de 4 netos.

O que falam sobre a Dra. Nazira Scaffi

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